O caráter fascista de setores do sionismo, que ainda é a doutrina oficial do Estado de Israel, foi identificado em 1948 por Hannah Arendt, Albert Einstein e mais 22 judeus novaiorquinos quando da visita de Menachem Begin à cidade dos Estados Unidos. Begin era líder do Tnuat Haherut, “um partido político estreitamente assemelhado em sua organização, métodos, filosofia política e apelo social ao nazista e a partidos fascistas”. O Tnuat Haherut (Partido da Liberdade) fundiu-se com outros partidos conservadores em 1973 para formar o Likud, que tem integrado o governo israelense.

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“O judaísmo, como raiz étnica, foi forjado pelo sionismo para dar sustentação a seu projeto nacionalista”.“Os judeus se constituem de vários povos, com culturas e histórias distintas, formado também por grupos convertidos, que assumiram uma mesma identidade religiosa. Mas a homogeneidade, como nação desprovida de território, era indispensável para o raciocínio sionista”. A assertiva está no livro A invenção do povo judeu, do professor Schlomo Sand, do departamento de ciências humanas da Universidade de Tel Aviv. O primeiro congresso sionista foi realizado em 1897 na aprazível cidade suíça de Basileia.

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Contra todas as expectativas, as centenas de alemãs que protestaram em Berlim, em 1943, para exigir a libertação de seus maridos judeus, conseguiram o que era visto como impossível: o recuo do governo nazista. O poderoso Ministro da Propaganda do Partido Nacional Socialista (nazista), Joseph Goebbels, que vangloriou-se em seu diário “estamos expulsando definitivamente os judeus de Berlim”; teve que autorizar sua liberdade. O exemplo das mulheres da Rua das Rosas (Rosenstrasse) “é antes de mais nada uma resposta contundente a todos os que justificaram sua passividade assegurando que ‘nada se podia fazer’ contra o regime nazista”.

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Sobre a criação do Estado de Israel: “Somente alguns admitiram que a história do retorno, da redenção e da libertação de seus pais foi uma história de conquista, de expulsão, de opressão e morte”

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Ariano Suassuna: “não sou xenófobo, eu não gosto do que é ruim” e “se fortalecermos o tronco cultural de nossa cultura, o que vier de fora será uma incorporação enriquecedora e não uma influência que nos descaracteriza”.

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Extrato do excelente livro "Veneno Remédio – O Futebol e o Brasil", em que José Miguel Wisnik aborda o futebol, sua apropriação pelo brasileiro, e reflete sobre o Brasil e sua formação, transitando pelo pensamento de nossos melhores pensadores. Um livro imperdível para quem gosta de futebol, mas principalmente para quem quer estudar o Brasil, sua formação e seu povo.

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