A saída de John Bolton do cargo de Conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump gerou tanta expectativa que até provocou a queda dos preços do petróleo (1). Bolton é um dos falcões, linha dura em política internacional, que aposta no confronto direto. É um dinossauro, dos tempos que em os EUA exerciam sua hegemonia como potência única.

Essa expectativa gerada por seu afastamento gira em torno de uma política externa menos agressiva e belicista que, afinal, corresponde ao discurso de campanha de Trump, que prometeu acabar com a ‘guerra sem fim’ dos Estados Unidos, dizendo que o país gastou bilhões de dólares em uma presença militar que está mais voltada “para proteger aliados ricos dos EUA do que cidadãos americanos comuns”.

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