Ariano Suassuna: “não sou xenófobo, eu não gosto do que é ruim” e “se fortalecermos o tronco cultural de nossa cultura, o que vier de fora será uma incorporação enriquecedora e não uma influência que nos descaracteriza”.
E agora, Mané? O turista chegou, a luz não faltou, o povo curtiu, o mundo adorou, e agora, Mané? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que fez figa, apostou no protesto? e agora, Mané?
Texto do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini sobre o futebol, escrito depois de vitória brasileira na Copa de 1970 no México. Pasolini analisa a linguagem do futebol, com sua prosa e sua poesia. Assim, diz Pasolini, "justamente por razões de cultura e de história, o futebol de alguns povos é fundamentalmente de prosa, seja ela realista ou estetizante; ao passo que o futebol de outros povos é fundamentalmente de poesia".
Extrato do excelente livro "Veneno Remédio – O Futebol e o Brasil", em que José Miguel Wisnik aborda o futebol, sua apropriação pelo brasileiro, e reflete sobre o Brasil e sua formação, transitando pelo pensamento de nossos melhores pensadores. Um livro imperdível para quem gosta de futebol, mas principalmente para quem quer estudar o Brasil, sua formação e seu povo.
Para uns ele foi um ídolo pop que deixará saudades, para outros nem tanto. Com sua concepção fechada sobre a tecnologia, Jobs esteve na contramão da história. Colaboração é o aspecto político e econômico mais importante da revolução digital. E Jobs não gostava dela, escreveu Rodrigo Savazoni para o Brasil 247.